quarta-feira, 17 de março de 2021

Após morte de comerciante em operação em Santa Luzia, Delegacia de Homicídios de Patos instaura inquérito para investigar crime e solicita exames. Vídeo


A Delegacia de Homicídios de Patos instaurou um inquérito policial para investigar a morte do comerciante Geferson de Moura Gomes, de 30 anos, na noite de terça-feira (16), em Santa Luzia. A morte ocorreu durante operação da Polícia Civil de Sergipe que investigava a atuação de uma quadrilha especializada no tráfico de drogas em vários estados do Brasil.

Além do inquérito instaurado, foram solicitados pela Polícia Civil da Paraíba exames cadavéricos da vítima e também de DNA, ou seja, para apontar ou descartar se uma das armas, apresentadas pela Polícia Civil de Sergipe, pertence ou não a vítima. O delegado Gaudêncio, que está apurando o caso da morte do comerciante, informou ao ClickPB, que recebeu por volta das 22h de ontem o chamado de uma ocorrência de um homicídio em Santa Luzia.

Ao chegar no local, soube da operação da Denarc de Sergipe – delegacia que investiga a questão do tráfico de drogas. “O delegado informou que estava realizando uma investigação de uma quadrilha de trafico de drogas em vários estados no país”, contou, como acompanhou o ClickPB. A equipe de Sergipe tinha informações de que haveria um carregamento de drogas no Ceará ou no Rio Grande do Norte e por, questões estratégicas, decidiram ficar em Santa Luzia.

Foi montada uma barreira na cidade de santa Luzia, apesar dos policiais de Sergipe não terem informações do modelo do carro ou do condutor. Iniciaram abordagem aos veículos. Ao parar o carro do comerciante, foi solicitado que acendesse a luz interna do veículo, no entanto, o motorista informou que estava queimada. O delegado de Sergipe contou ao da Paraíba, que foi solicitado que o condutor colocasse as mãos para fora por ter notado um objeto metálico nas pernas da vítima.

As armas seriam periciadas, exames cadavéricos da vítima, de DNA para verificar se a pistola entregue a polícia civil era da vítima.

Confira o que contou o delegado da Paraíba:


Aline Martins – ClickPB

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